Escancarando
July 3, 2008
São 04:30 da manhã de um dia em que fiquei vendo um jogo de futebol que durou umas três horas, mas finalmente olho para a monografia e vejo um trabalho legal. A introdução é a coisa mais poética ever, e resolvi compartilhar o que falta:
O paradoxo: Seinfeld versus Intertextualidade
Como uma serie supostamente tão original pode ser tão intertextual, já que a intertextualidade é vista como uma grande repetição e não inovação? Como ser inovador fazendo referências? (desenvolver)
Exemplos gerais de intertextualidade em Seinfeld
Citar (e justificar) aqui todos os pontos intertextuais suficientemente interessantes encontrados na série – todos listados em decupagem.doc, inclusive a comparação Woody/George. Não esquecer do episódio do tribunal que faz referência às luvas do OJ Simpson; lembrar de citar o J. Peterman (caso interessantíssimo de intertextualidade)
Metalinguagem: o episódio piloto
Definir metalinguagem; mostrar como os episódios acerca do piloto que Jerry e George apresentam à NBC são a verdadeira “cópia” do que ocorreu com Jerry e Larry David; mostrar os aspectos comuns de George e Larry (usar o making of como suporte).
Season-finale: um mar de referências internas
Explicar o que alguns teóricos chamam de intratextualidade (referências internas); explicar como o episódio final (e alguns episódios ao longo da série inteira) se torna mais interessante/engraçado para quem conhece todos os personagens que apareceram, ou seja, para quem já tem as referências; citar a referência que esse episódio faz ao “Entre Quatro Paredes” (Sartre); não esquecer da cereja do bolo: o nome do juiz é Art Vandelay.
Agora vai.
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